15 de maio de 2018 | Dicas de Decoração

Apartamento decorado: dicas para imóveis pequenos.

Apartamento decorado cheio de personalidade.

Os apartamentos compactos já se tornaram um jeito de viver. A procura tem sido tão grande que, de acordo com o Secovi-SP, já são responsáveis por quase 50% dos lançamentos em São Paulo. Com isso, as incorporadoras têm investido alto para oferecer o que este público mais busca: área de lazer completa, praticidade e economia, sem perder o estilo. E estilo é justamente o que não falta. Além de personalizado, o apartamento decorado fica funcional e aconchegante. Veja algumas dicas para deixar seu apartamento pequeno perfeito e com o seu jeito pessoal de ver a vida.

Apartamento decorado cheio de personalidade.

O primeiro passo é pensar no seu estilo de vida, seus hábitos e preferências. Cores claras e neutras dão a sensação de amplitude, mas você pode pontuar sua cor favorita em objetos e acessórios.

Imagine o espaço de circulação ideal para cada cômodo. Só depois compre os móveis. Móveis multifuncionais são práticos e evitam que o cômodo fique poluído com muitos itens.

Procure usar um único piso em todo o apartamento, unificando e ampliando os ambientes. Troque as portas internas por modelos de correr, que não usam o espaço de circulação, ou de vidro, que são a sensação de não ter divisória entre os ambientes.

Dicas para decorar a sala.

Evite entulhar o ambiente. O desapego é fundamental para um apartamento decorado aconchegante e prático.

Na pegada dos móveis multifuncionais, um pufe pode ser um apoio para os pés, assento extra ou mesa de apoio. Baú pode servir de rack e armário para objetos ou roupa de cama.

Estantes deslizantes sob um aparador podem guardar livros, bebidas e copos, e dão suporte extra.

Cubra uma das paredes com espelho e multiplique visualmente o ambiente. Aparadores e mesas de vidro também cumprem esta função.

Dicas para decorar a cozinha.

Para a decorar a cozinha de apartamento pequeno, os móveis planejados são o ideal. As maiores vantagens estão na versatilidade dos projetos e no aproveitamento do espaço.

Uma boa ideia é integrar um balcão ao móvel com portas para louça e utensílios, além de nichos para micro-ondas e outros eletrodomésticos. Gavetões debaixo da pia podem guardar as panelas.

Opte por portas de correr para ganhar ainda mais espaço na cozinha. Não esqueça de escolher a geladeira, de acordo com o espaço disponível. Barras e suportes de parede podem guardar talheres e copos.

Dicas para decorar o banheiro.

Revestimentos claros ajudam a refletir a luz natural, mas invista em uma boa iluminação artificial também. Detalhes – ladrilho hidráulico, pastilhas e cerâmicas – devem ser colocados na horizontal, para dar a sensação de continuidade.

A parede de fundo do box pode ganhar destaque com um revestimento diferente, aumentando a sensação de profundidade. Como o banheiro é pequeno, procure revestimentos grandes e sem muitos detalhes para não poluir o visual.

Use armário ou gabinete fixo abaixo da pia para setorizar toalhas e objetos. Prateleiras podem ser colocadas acima do vaso sanitário, a uma altura segura para que ninguém bata com a cabeça.

Dicas para decorar a área de serviço.

Economize espaço também na área de serviço, optando por uma máquina lava e seca. Escolha modelos com porta frontal para ganhar espaço acima da máquina, onde pode ser instalado o varal ou armário para produtos de limpeza.

Se houver tanque, peça para um marceneiro adaptar uma caixa de roupa suja deslizante debaixo da peça.

Dicas para decorar o quarto.

Gavetas debaixo da cama podem ser usadas para guardar roupa de cama e sapatos. Coloque a TV em suporte de parede ou suspenso no teto para economizar espaço.

Escolha armário com porta de correr. Portas com espelhos fica funcional, bonito e amplia visualmente o cômodo.

Se o quarto for de crianças, opte por beliches. Ou camas suspensas com mesinha de estudo abaixo. Além de economizarem espaço, as crianças adoram.

Se quiser ver pessoalmente algumas das ideias que abordamos no texto, na Valcenter você encontra móveis planejados para decorar seu apartamento compacto.

E então, gostou das nossas dicas para decorar seu apartamento pequeno? Tem mais alguma ideia em mente? Compartilhe conosco sua sugestão!

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2 de maio de 2018 | Estilo de Vida

Dicas de economia doméstica.

Dicas de economia doméstica começam com um bom controle financeiro

Você já reparou como existem meses em que a conta não fecha de jeito nenhum? E você tem certeza que não fez nada além do “script” de todo mês. Muito provavelmente o problema está na soma de gastos irrelevantes do dia a dia, cujas pequenas variações podem significar uma grande diferença no final. No entanto, mudando alguns hábitos é possível esticar o orçamento. Conheça e coloque em prática essas dicas de economia doméstica e veja como tornar sua casa muito mais econômica.

Dicas de economia doméstica começam com um bom controle financeiro

Primeiro é preciso compreender que ter um controle financeiro é essencial para que as dicas de economia doméstica surtam o efeito desejado. Pense na casa como uma empresa, com entrada de receita (os salários) e despesas (contas de luz, telefone, aluguel, etc.).

Tudo deve ser anotado, tanto as entradas quanto as saídas. Este controle financeiro pode ser feito através de planilhas no computador, aplicativos ou anotações em caderno.

Esse “livro caixa” servirá também para você perceber o quanto seus esforços estão dando certo. Basta verificar os valores de um mês para o outro ou comparar a média dos últimos 3 meses.

Economizando na água consumida

Nada de banho demorado. Por mais gostoso que esteja, procure dar conta do recado em 10 minutos, no máximo. Além de economizar água, você contribui para a sustentabilidade do planeta. Ainda no banho, evite escovar os dentes, já que o chuveiro gasta mais água do que a torneira rápida da pia. E aproveite para fazer xixi e economizar na descarga.

Reutilize a água da máquina de lavar roupa para lavar chão, quintal e até dar descarga no vaso. Regue o jardim apenas uma vez, à noite, para deixar as plantas mais fresquinhas. Utilize as lavadoras de roupas e louças com sua capacidade máxima. Evite colocar poucas peças de cada vez.

Evite usar a mangueira para lavar o carro. A cada 6 baldes são economizados 150 litros de água por lavagem. Verifique todas as torneiras e canos em busca de pequenos vazamentos. Eles também fazem o hidrômetro girar.

Economia doméstica na conta de luz

Reduzir o consumo de energia elétrica é uma ótima saída para diminuir os gastos em casa. Além de ser uma conta bastante significativa no orçamento, é mais fácil do que parece.

Ao reduzir o tempo do banho, por exemplo, quem tem chuveiro elétrico também estará economizando na luz. Mantê-lo na posição verão também reduz o consumo de energia e é melhor para a saúde do que banhos muito quentes.

Comece se certificando de que todos os cômodos vazios estejam sempre apagados. Tire todos os aparelhos eletrônicos sem uso da tomada. Aparelhos em stand-by gastam 12% da energia de uma casa.

Desligue o monitor do computador quando não estiver usando e feche sempre a tampa do notebook. Acumule e passe todas as roupas de uma só vez. Evite deixar a porta da geladeira aberta.

E não esqueça de trocar as lâmpadas da casa pelas de LED, muito mais econômicas e duráveis.

Lazer na rua também influencia na economia doméstica

Várias atitudes também fora de casa podem contribuir para o saldo positivo no final do mês. Passe a cozinhar mais em casa, por exemplo. Ainda que ir a restaurantes seja uma delícia, preparar seus pratos favoritos pode ser ainda mais prazeroso, saudável – e econômico. Ao escolher seus próprios ingredientes e forma de preparo, você evita cair em tentações e tem opções mais saudáveis.

Crie critérios para seus programas. Dê preferência às saídas caseiras com os amigos, reuniões onde cada um contribui com um prato ou bebida. Sai bem mais em conta do que as despesas na rua.

Economize na hora das compras

Há várias formas de aumentar sua economia na hora das compras. Faça uma lista do que está faltando – e seja fiel a ela. Resista à tentação de comprar itens desnecessários e gastar demais. Evite também ir ao supermercado com pressa ou com fome. Na pressa, você não pesquisa os melhores preços, e, com fome, dá vontade de comprar tudo.

Por outro lado, procure os atacados, onde as condições de preço são bem melhores. Em vez de ir várias vezes por semana no mercado, vá uma vez por mês e faça uma compra maior.

Como os atacados só vendem em grandes quantidades, o valor unitário dos itens cai bastante. O preço final da compra também. Se a família é pequena, divida as compras com um amigo ou parente.

De olho no telefone e na TV a cabo

Hoje em dia, pouquíssimas pessoas têm telefone fixo. Considere a possibilidade de cortar de vez a linha e reduzir uma conta. Faça o mesmo com a TV a cabo. Se você só assiste canais abertos, pagar a operadora de TV pode ser um desperdício.

Reduza também a conta do celular. Se ela é pós-paga, pode ser que esteja pagando por serviços que não usa. Avalie a possibilidade de entrar para uma conta controle ou pré-paga, que costuma ter pacotes de Internet generosos e em conta. E invista nos aplicativos, como Skype e WhatsApp.

Economize também nas pequenas coisas, evitando desperdícios. Só coloque o necessário nas refeições, evite gastar papel, detergente e produtos em demasia.

Mas não esqueça: para que estas dicas tenham efeito, é preciso comprometimento com suas metas. Chame a família, converse com todos, coloque tudo por escrito se for preciso. Mantendo o foco na economia doméstica seu orçamento vai multiplicar!

Quer saber mais sobre economia doméstica? Baixe gratuitamente nosso ebook “Como sair das dívidas” e comece a redefinir a sua vida financeira!

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26 de abril de 2018 | Estilo de Vida

Como sair das dívidas e se planejar para comprar um imóvel?

Responda com toda sinceridade: o que você acumula mais, dívidas ou investimentos?

Responda com toda sinceridade: o que você acumula mais, dívidas ou investimentos? É complicado quando as coisas não saem do jeito que a gente espera, mas não é fácil desistir dos nossos sonhos. Ainda bem que para tudo na vida há um jeito – inclusive para saber como sair das dívidas.

As medidas podem parecer difíceis a princípio, mas com certeza vão valer a pena para ver seu desejo realizado. Veja agora como sair das dívidas e economizar para comprar seu primeiro apartamento.

Veja como sair das dívidas com determinação

Vamos ser sinceros: não há qualidade de vida que resista a uma vida financeira doente. E não há saúde financeira se você não sabe como sair das dívidas. Mas não dá para cruzar os braços e assistir ao sonho de comprar seu apartamento ficar cada vez mais distante. Chegou a hora de tomar atitudes drásticas. Então pegue fôlego, mantenha o foco, junte uma boa dose de determinação e siga nossas dicas para sair das dívidas.

Reveja suas prioridades e hábitos alimentares

Adora picanha e camarão? O happy hour com os amigos toda sexta-feira é sagrado? Gastando pequenas fortunas no supermercado e em restaurantes você não tem como sair das dívidas.

Primeiro porque a comida no restaurante custa mais caro do que cozinhar em casa. E, segundo, porque se você gastar no mercado tudo o que não está gastando no restaurante, vai estar trocando seis por meia dúzia.

Reveja seus hábitos e prioridades alimentares. Comece a investir mais nos nutrientes das comidas de verdade do que nos mimos gastronômicos. Vá a um nutricionista e peça uma dieta individualizada, baseada nas suas necessidades.

A dieta pode ser low carb – que fará bem para os quilinhos a mais – ou low cost – que será bem mais saudável para o seu bolso ou uma combinação de ambas, o que é ainda melhor. Se não tiver plano de saúde nem dinheiro para o nutricionista, não tem problema. Várias faculdades de nutrição fazem atendimento gratuito.

Troque seu status bancário

Os pacotes de serviços bancários são um peso e tanto no orçamento. Do que adianta ser cliente VIP, se não tem dinheiro? Se você quer mesmo sair das dívidas, uma boa opção é sair do seu status bancário.

Para ter uma ideia, a conta de manutenção do banco de um perfil premium varia entre R$ 55 e R$ 95 mensais. Já fez as contas de quanto você vai economizar no semestre? De R$ 330 a R$ 570. Em vez de dar ao banco, coloque este dinheiro em um investimento para comprar seu apê.

Pare de parcelar as compras e quebre o cartão de crédito

É muito difícil sair das dívidas se você estiver com um monte de compras parceladas, mesmo que seja no boleto. O primeiro passo é cortar o cartão de crédito da sua vida e acabar com a tentação e com os juros altos. De parcela em parcela que “cabem no bolso”, muita gente acaba comprometendo até 40% do orçamento.

O segundo passo é se reeducar. Compre apenas o que for realmente muito necessário – e à vista. Com certeza você já até esqueceu a sensação de começar o mês sem ter nenhuma compra parcelada. Mas acredite, ela é incrível e você vai gostar.

Desapegue do seu estilo de vida

Se a sua vida financeira não está saudável, com certeza está vivendo em um padrão de vida acima das suas possibilidades. É preciso ter a maturidade de reconhecer isso e desapegar.

Vá para uma academia mais barata, por exemplo. Geralmente só por ser menos badalada ela já tem mensalidade ou pacotes mais em conta. Ou vá caminhar ou correr na praça ou parque próximo a sua casa. Foque mais na prática de exercícios do que no point social.

Troque o carro pela carona. Rachar o combustível com um colega ou revezar caronas pode ser a solução. Faça as contas do quanto gasta de gasolina para trabalhar todos os dias. Se mora perto do metrô, melhor ainda.

A diferença entre o combustível e a passagem já pode ir para a poupança. Considere também a possibilidade de ir de bicicleta, se morar perto do trabalho. Este transporte alternativo já é largamente utilizado na Europa. Além de sustentável, faz bem à saúde.

Invista na conquista do apartamento próprio

Sair das dívidas exige sacrifícios, mas lembre-se que eles não são para sempre. Muito pelo contrário, depois que você já tiver comprado seu primeiro apartamento, tudo vai mudar para melhor.

Além disso, muitas dessas mudanças com certeza farão bem à sua qualidade de vida. Afinal, é sempre bom criar hábitos mais saudáveis. Aproveite nossas dicas de como sair das dívidas e invista no seu sonho de ter sua casa própria!

Está mesmo disposto a dar novo rumo à sua vida financeira? Então aproveite mais dicas baixando nosso ebook gratuito “Como sair das dívidas” e conquiste seu futuro!

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24 de abril de 2018 | Dicas De Compra

Quer poupar? Experimente a ajuda dos aplicativos para controlar gastos.

Muitas vezes só percebemos que precisamos economizar de verdade quando já parece tarde demais. E aí bate aquele desespero e um grande arrependimento por não ter tido um controle maior sobre as finanças.

Só que reduzir as despesas e apertar o cinto nem sempre é fácil. É preciso muito controle e foco, senão tudo desanda novamente. Como toda hora é hora de reverter o jogo e partir para o ataque, não custa nada buscar uma ajudinha na tecnologia. E nada como os aplicativos para controlar gastos. Fáceis de usar e sempre acessíveis, eles são um aliado e tanto para economizar. Conheça alguns deles.

Aplicativos para controlar gastos que podem ajudar você a sair do sufoco

Conheças alguns dos melhores aplicativos para controlar gastos do mercado.

Guia Bolso – Você é dono do seu dinheiro

Um dos melhores aplicativos para controlar gastos é o Guia Bolso. O aplicativo organiza seus gastos automaticamente para ajudar o seu planejamento e organização financeira. Mas ele vai muito além de uma simples planilha.

Em apenas 5 minutos, por exemplo, o app escolhe a melhor opção de empréstimo para você contratar on-line.

E mais: você ainda pode consultar seu CPF pelo próprio aplicativo para saber se há alguma restrição. Perfeito para quem está em busca de um financiamento para a casa própria, por exemplo.

Wally+ – Funcionalidades inovadoras

Produzido em Dubai, o Wally+ é um aplicativo para controlar gastos que traz funcionalidades realmente inovadoras. A começar pelo design. Como a tela inicial do Wally+ é uma linha do tempo de gastos diários, em um olhar rápido você tem uma boa noção dos gastos da semana e do quanto ainda está disponível para ser usado.

Além do design caprichado, a integração com Foursquare determina a localização dos gastos. Assim, no final do mês, você sabe quais as companhias que o fazem gastar mais e em quais lugares.

Outra coisa muito legal do aplicativo é que ele faz um cálculo básico de despesa diária considerando uma meta de economia mensal programada pelo usuário. Com certeza uma mão na roda para economizar.

Organizze – Chega de pagar juros!

Organizze é um aplicativo para controlar gastos utilizado por mais de 1 milhão de pessoas em todo o mundo. Através de gráficos simples, você sabe exatamente de onde e para onde seu dinheiro está indo.

Uma das funções legais do app é que logo na tela inicial você já sabe se está no azul ou no vermelho. Mas se você quiser tudo bem detalhado, basta ir para o Relatório. E para deixar tudo ainda mais fácil, você pode acrescentar categorias, como “moradia”, “educação”, “lazer”, etc.

Alertas ajudam você a manter suas contas em dia e evitar o pagamento dos juros de atrasos. Além disso, o recurso “Metas” ajuda você a atingir seus objetivos.

Um diferencial é que, como as informações do app ficam no cache do celular, você não precisa de uma conexão para usá-lo. O aplicativo para cortar gastos atualiza tudo fazendo a sincronização assim que encontrar sinal de Internet.

Minhas Economias – Acesse de qualquer computador ou smartphone

Minhas Economias é um aplicativo para controlar gastos completo, que você acessa de qualquer lugar. E nem é preciso conexão com a Internet para lançar receitas e despesas. Fica tudo no celular à espera de fazer a sincronização, quando estiver on-line.

O Minhas Economias na verdade é uma plataforma com diversos aplicativos. Lá você encontra Comparativo de Fundos, Indicadores Financeiros, Minhas Economias (Gerenciador de Sonhos), Dicas de Educação Financeira, Minhas Respostas para sanar suas dúvidas e até Cursos de Controle Financeiro.

Grana – Praticidade na ponta dos dedos

Se o seu negócio é economizar com praticidade, o Grana é o seu aplicativo para controlar gastos. O app foi idealizado para ser prático, rápido e eficiente. A interface intuitiva tem categorização inteligente, mostrando tudo em relatórios simples.

Os dados ficam seguros na nuvem, permitindo acesso de qualquer aparelho. No app você gerencia múltiplas contas de forma independente, conta com relatórios, estatísticas e gráficos de análise rápida e ainda pode exportar suas informações para planilha excel quando quiser. Tudo 100% gratuito e sem anúncios.

Com estes aplicativos para controlar gastos como suporte da decisão de economizar, vai ficar muito mais fácil concretizar seus sonhos.

Quer mais dicas para melhorar sua vida financeira? Baixe agora mesmo nosso ebook gratuito “Como sair das dívidas” e comece a construir o seu futuro!

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19 de abril de 2018 | Dicas De Compra

Como comprar um imóvel ganhando pouco?

A maioria absoluta das pessoas pensa em ter uma casa própria o mais cedo possível. No entanto, com o salário baixo, os anos vão passando e o sonho parece ficar cada vez mais distante.

Mas e se de repente aquele seu colega de trabalho, que tem o salário igual ao seu, aparece com um apartamento próprio? Você não consegue parar de pensar em como ele conseguiu comprar um imóvel ganhando pouco?

A questão é de tirar o sono, mas nem tanto. Não depois que você conhece a diferença que uma única palavra pode fazer: planejamento. É justamente ela que leva várias pessoas a se organizarem para conquistar a casa própria. Se você ainda faz parte do time que não sabe nem por onde começar, calma. Você vai saber nas próximas linhas como comprar um imóvel ganhando pouco.

 

Planejamento é fundamental para comprar um imóvel ganhando pouco

Não tem essa de impossível. Muita gente consegue comprar um imóvel ganhando pouco, mas sem fazer um bom planejamento financeiro, realmente não dá. Então o primeiro passo é se organizar em torno do seu objetivo – e manter o foco.

Comece reunindo o máximo possível de informações sobre sua vida financeira. Extratos, contas a pagar, todas as fontes de renda, investimentos, comprovantes de despesas, extras – dos últimos seis meses. Faça uma avaliação realista de tudo o que entra e sai, e minimize as despesas desnecessárias. Trace uma meta real do quanto precisa poupar para chegar ao seu objetivo: comprar um imóvel ganhando pouco.

 

Estabeleça metas e estabeleça meios para alcançá-las

Não deixe o objetivo “solto”. Estabeleça uma meta: poupar x em dois anos, ou y em z meses. Para isso, quanto você precisará poupar por mês? Agora pense em tudo o que você pode cortar para alcançar esta meta.

Comece pelos gastos pessoais. Reduza a quantidade de roupas novas, idas a restaurantes, cinema. Para casa, compre apenas o necessário para o mês. Procure promoções, diminua o passeio com os amigos. Ande mais de ônibus para economizar gasolina, corte tudo o que for supérfluo. Se você trabalha perto de casa, que tal trocar o carro pela bicicleta? Você vai ver que vale um pouco de sacrifício para ter sua casa própria.

 

Crie novos hábitos em casa

Renegocie dívidas. Consiga mais prazo, melhores juros.

Pare de fazer dívidas. Esqueça o cartão de crédito, busque novas formas de investimento, converse com seu gerente.

Corte as despesas supérfluas em casa. Tem TV a cabo, mas acaba só assistindo aos canais abertos? O telefone fixo só serve para receber trote e engano? Por aí já são duas contas que podem ser eliminadas. Usa pouco o celular, mas muito a Internet? Troque o pós pelo pré-pago com um bom pacote 4G.

Aproveite para criar novos hábitos na casa que possam reduzir as contas básicas: água, luz e gás. E tente pagar suas contas em dia, evitando juros e multas que sempre fazem diferença no orçamento.

Pesquise o preço dos imóveis e condições de financiamento

Para comprar um imóvel ganhando pouco, outra coisa é essencial: pesquisar. Pesquise tudo o que for relacionado à compra da casa própria. Fique sempre a par do valor de mercado dos imóveis, seja casa ou apartamento. Tenha em mente o que você quer, mas esteja aberto a novidades.

Quais as vantagens de casa e de apartamento? Como estão os juros do mercado? Quais as melhores linhas de financiamento? Quais são as dicas dos especialistas para o mercado imobiliário?

Fique de olho nas oportunidades

Uma boa oportunidade pode surgir a qualquer momento e você deve saber reconhecê-la. É o caso, por exemplo, do Programa Minha Casa Minha Vida. Lançado em 2009 pelo governo federal, o programa foi elaborado para ajudar quem ganha pouco a comprar sua casa.

Para isso, ele dispõe de 4 faixas de renda bruta máxima e juros diferenciados – todos eles muito abaixo dos praticados pelo mercado tradicional. Para se ter uma ideia, a Faixa 1 é para quem ganha até R$ 1.800, com financiamento sem juros.

A partir daí, as demais faixas têm juros e subsídios, menos a Faixa 3, que é para quem ganha até R$ 9 mil. Então se a sua renda se encaixa em uma destas faixas, você é um ótimo candidato a comprar um imóvel ganhando pouco pelo MCMV.

E o melhor é que você conta com vários tipos de imóveis, novos, na planta ou até terrenos e construção.

Venha conhecer o programa e saber mais sobre ele baixando nosso ebook gratuito “Minha Casa Minha Vida 2018: conheça as novas regras e como se inscrever no programa do governo federal!”. Conquiste seu direito à casa própria.

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17 de abril de 2018 | Minha Casa Minha Vida

Mitos e verdades sobre o MCMV

Desde que o Minha Casa Minha Vida foi lançado em 2009 pelo governo federal surgem muitas dúvidas a respeito do programa.

Natural, afinal o programa oferece ajuda financeira e um tipo de financiamento especial, com juros baixos além de favorecer de forma concreta as menores faixas de renda com altos subsídios.

E é justamente por isso que acabam se formando verdadeiras lendas em torno do programa. Como resultado, muita gente acaba acreditando em coisas que não passam de boatos. Veja agora o que é mito e o que é verdade sobre o Minha Casa Minha Vida e descubra como pode ser fácil sair do aluguel!

Qualquer imóvel pode ser financiado pelo Minha Casa Minha Vida?

Mito. Nem todos. Para ser financiado pelo programa, o imóvel tem que passar por duas criteriosas avaliações. A primeira delas é documental. A área construída do imóvel precisa estar legalizada, todos os impostos pagos.

Empreendimentos na planta também devem ainda estar regularizados em relação à localização e às condições da construtora na justiça.

A segunda é estrutural. Um engenheiro da Caixa avalia a construção como um todo e também particularidades, como redes elétrica e hidráulica. Além disso, o imóvel precisa estar disponível para financiamento. Qualquer problema que haja nesta análise o imóvel não é financiado pelo Minha Casa Minha Vida.

Além disso, há ainda as faixas de limite para o valor do imóvel de acordo com a capacidade de pagamento e a localização. Eles são de até R$ 225 mil para a região metropolitana de São Paulo, no Rio de Janeiro e no Distrito Federal; até R$ 200 mil na região metropolitana do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais e Espírito Santo; de até R$ 180 mil no restante do país; e de até R$ 90 mil nas cidades com até 20 mil habitantes.

Qualquer cidadão brasileiro pode participar do Minha casa Minha Vida

Mito. Na verdade, não basta ser cidadão brasileiro. É preciso ser maior de 18 anos ou ser emancipado e não ter nenhum imóvel registrado em seu nome, quitado ou não. Também não pode ter renda declarada superior a R$ 9 mil nem pendências com a receita federal.

Se houver algum tipo de restrição ao crédito ou ao seu CPF, esta pessoa também não pode fazer o financiamento. Por último, ela não pode ter utilizado o FGTS nos últimos 5 anos para comprar imóvel.

Quanto menor a renda menor a prestação

Verdade. O Programa Minha Casa Minha Vida foi elaborado justamente para ajudar estas pessoas a comprar a casa própria. A Faixa 1, por exemplo, que é a mais baixa (com renda mensal bruta de até R$ 1.800) tem os maiores subsídios do governo e não paga juros.

O processo de financiamento é rápido e sem burocracia

Nem sempre. Neste caso, vai depender de vários fatores. Tudo vai andar mais rápido se a documentação estiver toda correta e todos os requisitos burocráticos atendidos.

Caso contrário, pode demorar mais para fazer os ajustes necessários – incluir documentação em falta, etc. De forma geral, todo o processo leva em média 30 dias.

É mais seguro comprar imóvel pelo Minha Casa Minha Vida

Verdade. Para se ter uma ideia, quando você faz a compra, o imóvel já é passado para o seu nome. Você só corre risco de perder a casa se não pagar as prestações do financiamento.

Por outro lado, as parcelas só começam quando a casa ou apartamento é entregue. Se, por algum motivo a construtora abrir falência, a Caixa é obrigada a concluir o projeto.

Não é o que acontece em outros financiamentos. Neles, você pagar durante toda a construção. Se a construtora quebrar, você tem que buscar na justiça o direito de receber tudo o que pagou.

Todos os contratos de financiamento são iguais

Mito. Os juros, os subsídios e o valor dos imóveis variam de acordo com a faixa de renda e a localização.

Posso fazer um financiamento pelo Minha Casa Minha Vida em outra cidade

Verdade. Mas só se a cidade for vizinha a que você mora ou se você já tiver 1 ano ou mais de residência nesta cidade.

Se for a cidade em que trabalha, tem que comprovar o local do seu emprego com a carteira de trabalho ou as notas emitidas se for autônomo.

Não posso entrar sozinho no programa se eu for casado

Mito. É possível sim, desde que o regime do seu casamento seja a separação total de bens. No entanto, mesmo neste regime, é possível usar a renda bruta mensal para fazer o cálculo da faixa em que se enquadrará o financiamento.

Se eu me separar após ter feito o financiamento do MCMV, nada muda

Verdade. Em relação ao financiamento fica tudo igual. Ambos continuam sendo responsáveis por ele perante o banco até o final do processo de separação de bens.

E agora, descobriu o que é mito e verdade no financiamento pelo MCMV? Então aproveite para tirar ainda mais dúvidas e saber tudo sobre o assunto baixando nosso ebook gratuito “Minha Casa Minha Vida 2018: conheça as novas regras e como se inscrever no programa do governo federal!”.

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12 de abril de 2018 | Documentação

Autônomo: Como comprovar renda?

Difícil se imaginar ainda pagando aluguel nos próximos 20 ou 30 anos? Esta perspectiva de um futuro não é nada segura ou confortável.

Entretanto, a realidade muda de figura quando o valor investido é para a casa própria. Mais do que sonho, ela é promessa de estabilidade, segurança e até retorno do dinheiro investido, em caso de uma futura venda. Hoje, uma das formas mais fáceis de ter um chão para chamar de seu é através do financiamento imobiliário. Mas como comprovar renda sendo autônomo?

 

Financiamento barato atrai milhares de brasileiros – inclusive autônomos

No Brasil, a maioria da população não tem como arcar com os altos valores dos imóveis à vista. Mesmo os financiamentos, a forma mais fácil de conseguir a casa própria, muitas vezes, têm juros e correções tão altas que comprometem o orçamento.

Não é o caso, no entanto, do Minha Casa Minha Vida. Lançado pelo governo federal em 2009, o programa tem juros muito abaixo do mercado. Além disso, oferece subsídios que facilitam ainda mais o pagamento das parcelas em até 30 anos.

Por tudo isso, o Minha Casa Minha Vida tem sido a solução imobiliária para milhares de brasileiros. Para se ter uma ideia, o governo federal já anunciou a construção de 650 mil unidades habitacionais em todo o país em 2018.

Se engana quem pensa que o programa conta apenas com unidades padronizadas. Muito pelo contrário. A parceria com construtoras e incorporadoras tem dado origem a projetos diferenciados em todo o país.

No entanto, a verdade é que muitos dos potenciais candidatos ao programa não têm contrato formal de trabalho. Então como fazer se o princípio básico de qualquer financiamento é a comprovação da capacidade de pagamento? O autônomo não pode usufruir das facilidades do Programa Minha Casa Minha Vida? Como comprovar renda quando se é autônomo?

 

Veja como comprovar renda quando se é autônomo

Não é preciso desanimar diante do que, a princípio, parece uma dificuldade limitadora. O autônomo também tem como comprovar renda e usufruir do Minha Casa Minha Vida ou de qualquer outra forma de financiamento imobiliário.

Na verdade, há várias formas de como comprovar renda sem ter um holerite, o tradicional contracheque do vínculo empregatício. Veja algumas delas.

 

Movimentação da conta bancária pode ser usada para comprovar renda

O extrato de movimentação da sua conta pode ser usado para comprovar que você realmente recebe o que declarou. Só que, neste caso, o prazo mínimo de praxe exigido pela instituição financeira é de seis meses de movimentação.

Se você possui mais de uma fonte de renda, a dica aqui é planejamento. Você pode, por exemplo, depositar em uma conta bancária todo o dinheiro que você ganha de uma das fontes e aguardar seis meses para usá-la como comprovação de renda.

Vale aqui, outra dica. A conta-corrente não precisa, necessariamente, ser do mesmo banco que você pretende pedir o financiamento – como a Caixa, por exemplo. Mas se for, você acaba se tornando mais simpático à análise de crédito. Neste caso, abrir uma conta extra pode ser um bom investimento.

 

Organize sua documentação

Pode ser que apenas os extratos não sejam suficientes para fazer a comprovação. Mas você tem como comprovar renda através de outros documentos, como a declaração do Imposto de Renda. Com validade de 1 ano, o documento informa tudo o que foi recebido e gasto pelo declarante no ano anterior.

No entanto, há instituições financeiras que podem considerar as informações desatualizadas. A dica é manter tudo referente aos seus gastos muito bem organizado. Os extratos, por exemplo, podem servir de suporte para a declaração do IR.

 

Formalize seu negócio para ter como comprovar renda mais facilmente

Uma das melhores saídas para ter como comprovar renda ainda mais facilmente é o autônomo formalizar o seu negócio. Você pode se enquadrar como MEI – Microempreendedor Individual, por exemplo. É rápido, sem burocracia e carga tributária muito baixa por ser isento dos impostos federais.

Você paga apenas uma taxa mensal única e tem direito ao INSS (auxílio-maternidade, auxílio-doença e aposentadoria, etc.). Seus ganhos, no entanto, precisam ser de até R$ 81 mil anuais. Se os seus ganhos estiverem acima disso, você passa para outra faixa, como pequeno empresário ou empresário, com cargas tributárias diferentes.

 

Como comprovar renda através da DECORE

A DECORE é a Declaração Comprobatória de Percepção de Rendimentos, um documento de comprovação de renda para autônomos (taxistas, vendedores autônomos, pedreiros, caminhoneiros, etc.), profissionais liberais (advogados, médicos, dentistas, corretores, terapeutas, etc.) e também para quem é MEI e pequeno empresário. Para empresários e microempresários, a DECORE comprova o valor de retirada do pró-labore.

Criada pelo Conselho Federal de Contabilidade, desde 2000, a DECORE é o único documento oficialmente aceito para a comprovação de renda de autônomos, profissionais liberais e empresários.

No entanto, ela só pode ser emitida por profissionais de contabilidade devidamente habilitados e só tem validade com o selo de Declaração de Habilitação Profissional (DHP) afixado ou impresso em seu teor.

Agora que você já sabe como comprovar renda sendo autônomo, já pode comprar sua casa própria financiada.

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