5 de abril de 2018 | Minha Casa Minha Vida

Quais são as novas regras de 2018 para o Minha Casa Minha Vida?

Entra ano, sai ano, a casa própria continua sendo o sonho número 1 da maioria dos brasileiros.

Para ajudar a realizar, desde 2009, quando o governo federal lançou o Programa Minha Casa Minha Vida, a chance de se livrar do aluguel ficou muito mais próxima. Como acontece praticamente todo ano, há novas regras de 2018 para o Minha Casa Minha Vida. A boa notícia é que a principal delas favorece justamente quem se enquadra na Faixa 1, que conta com 100% de subsídios do governo e não paga juros.

Desde que foi lançado, o programa já fechou contratos de 4 milhões de unidades, de acordo com o Ministério das Cidades. Com as novas regras de 2018 para o Minha Casa Minha Vida, ainda mais pessoas poderão ser beneficiadas. Confira agora quais são as mudanças e como o programa pode ajudar você a ter sua casa própria.

 

Principais mudanças nas regras de 2018 para o Minha Casa Minha Vida beneficiam a Faixa 1

O principal objetivo do programa é ajudar quem não tem condições de pagar um financiamento a conseguir a casa própria. E agora isso ficou ainda mais fácil com as novas regras de 2018 para o Minha Casa Minha Vida.

Com elas, a renda máxima para adesão ao programa na Faixa 1 passou de R$ 1.600 para 1.800. Nela estão os beneficiários que recebem os maiores subsídios, não pagam juros e o financiamento pode ser dividido em até 120 parcelas. Nesta faixa, o valor dos imóveis é de até R$ 98 mil.

Com isso, o programa amplia também seu alcance, aumentando a quantidade de pessoas atendidas. Mas como ficam as parcelas então? Aí vai depender da composição do núcleo familiar. Por exemplo, se o requerente fizer parte de uma família que recebe até R$ 800, a parcela do financiamento vai ser de R$ 80.

Já quem recebe entre R$ 800 e R$ 1.200, o pagamento recomendado será de 10% da renda. O percentual será de 15% para as famílias com renda entre R$ 1.200,00 a R$ 1.600, e de 20% para as pessoas cujas famílias têm renda de R$ 1.600 a R$ 1.800.

 

Infraestrutura dos imóveis também mudou. Veja como ficam em 2018

Mas não foi apenas na parte financeira que houve melhorias nas regras de 2018 para o Minha Casa Minha Vida. A infraestrutura dos imóveis também mudou, tornando-os mais espaçosos e confortáveis. A partir de agora, as casas terão 2 m² a mais, e paredes e lajes com maior espessura. Os valores dos imóveis dependem da localidade.

 

Como ficam as regras de 2018 para o Minha Casa Minha Vida para as demais faixas

Para as demais faixas, não houve mudanças nas regras de 2018 para o Minha Casa Minha Vida. Na Faixa 1,5, por exemplo, a renda máxima é de R$ 2.600, com subsídio de até R$ 45 mil para imóveis até R$ 135 mil. Os juros são de 5% ao ano em até 30 anos para pagar.

As faixas 2 e 3 também oferecem financiamento para imóveis novos ou na planta, terrenos ou construção de casa. Na Faixa 2, o limite de renda é de R$ 4 mil, com subsídio de até R$ 27.500,00 para imóveis até R$ 230 mil. Os beneficiados têm até 30 anos para pagar, com juros de 5,5% a 7% ao ano.

Já na Faixa 3, o limite de renda bruta é de R$ 9 mil também para imóveis até R$ 230 mil. Para quem ganha entre R$ 4 mil e R$ 7 mil, a taxa de juros é de 8,16% ao ano. Entre R$ 7 mil e 9 mil, os juros são de 9,16% ao ano. Mas é preciso ficar atento: na Faixa 3 não há subsídio.

 

Expectativa é de 650 mil novas unidades em 2018

Com as mudanças, o governo federal espera contratar 650 mil novas unidades. De acordo com a secretaria-geral da Presidência, destas, 130 mil serão destinadas à Faixa 1; 70 mil para a Faixa 1,5; 400 mil moradias para a Faixa 2 e 50 mil para as faixas 3 e 4.

Segundo a secretaria, o orçamento de 2018 conta com R$ 9,7 bilhões destinados ao Minha Casa Minha Vida e R$ 63 bilhões oriundos do FGTS. Com isso, a expectativa é que cerca de 1,4 milhão de novos empregos sejam gerados na construção civil. Ainda segundo a secretaria, em 2017 foram contratadas 495 mil unidades.

Gostou das novidades e quer saber mais? Baixe gratuitamente nosso ebook “Minha Casa Minha Vida 2018: conheça as novas regras e como se inscrever no programa do governo federal!” e prepare-se para comprar sua casa própria.

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19 de março de 2018 | Minha Casa Minha Vida

Como escolher o primeiro imóvel.

Chegou a hora de partir para comprar o primeiro imóvel. Informando-se bastante dá para perceber que não é nenhum bicho de sete cabeças e que pode estar mais perto e possível do que se imagina.

Veja esta lista dos cuidados básicos que é preciso ter para escolher o primeiro imóvel e transformar sua compra na realização de um grande sonho.

 

1 – Possibilidade financeira:

Muita gente imagina que comprar o primeiro imóvel está muito além de suas possibilidades financeiras. Mas não é bem assim. Hoje em dia, existem possibilidades de financiamento que abrangem quase todas as faixas de renda. Se você tem uma fonte de renda fixa, escolher o primeiro imóvel pode ser mais viável do que você pensa.

 

O Programa Minha Casa Minha Vida, por exemplo, contempla várias faixas de renda, desde famílias que tenham renda abaixo de R$ 1.800,00, até o limite de renda familiar de R$ 7.000,00, cada uma com uma especificação. Vale a pena se informar melhor sobre os benefícios da sua faixa.

 

Assim, o primeiro passo é verificar quais as condições de financiamento mais adequadas para você. É possível de forma fácil e intuitiva fazer simulações neste sentido, de forma que você já saberá, de antemão, o valor total do imóvel que é possível comprar, de acordo com sua renda e com a prestação que pode suportar por mês e ainda de acordo com a entrada que você poderá dar. É possível usar o saldo do FGTS como entrada, por exemplo.

 

Tendo uma ideia do valor do imóvel que você poderá adquirir, é hora de partir para escolher o primeiro imóvel em si.

 

2 – Tipo de imóvel

Agora que você já sabe, aproximadamente, qual o valor do imóvel que poderá comprar, você deve começar a procurar o imóvel ideal.

 

Para quem não tem pressa de morar no imóvel próprio, pois mora com os pais ou em um imóvel alugado que o permite fazer o investimento na casa própria, a melhor opção é adquirir um imóvel “na planta”, ou seja, adquirir um imóvel que está sendo ou será construído.

 

Nessa condições, geralmente, o preço final da aquisição do imóvel fica bem mais acessível.

 

Importante, nesse tipo de compra, verificar empresas confiáveis e com boa reputação no mercado, para que os prazos da obra e a qualidade do ofertado sejam atendidos a contento.

 

Para quem não pode esperar e precisa mudar com certa brevidade, também é possível adquirir um imóvel pronto. Neste caso, recomenda-se a procura por imóveis novos, recém-entregues ou prestes a serem entregues, para se evitar imóveis antigos que demandem ainda mais custos.

 

3 – Localização do imóvel

Uma vez que você já decidiu o valor e se o imóvel que será adquirido vai ser pronto ou na planta, seu próximo passo será delimitar a localização de seu imóvel ideal, para facilitar sua busca do melhor empreendimento para você.

 

Aí se trata de uma escolha bem pessoal. Só você sabe a localização mais funcional para sua realidade.

 

Normalmente, as pessoas levam em conta desde questões muito práticas, como a proximidade com o trabalho, a existência de pontos de ônibus, estações de metrô ou de avenidas que possibilitem um deslocamento fácil, a segurança do bairro, até elementos mais emocionais, como a identificação pessoal com a localidade, a proximidade da casa de familiares, a existência de uma praça próxima, se o imóvel tem uma vista agradável.

 

Dificilmente, todos esses aspectos estarão presentes nos imóveis que você irá procurar, por isso é importante ter bem definido quais são as suas prioridades e o que conta mais ou menos na hora de escolher o primeiro imóvel.

 

4 – Especificações do imóvel

Agora você já sabe o valor do imóvel que irá procurar, se optará por um pronto para morar ou ainda na planta e a sua localização. De posse dessas informações, você terá que agregar mais um filtro na sua busca: algumas especificações básicas do imóvel.

 

Qual o número de dormitórios ideal para você? Vai depender de sua fase de vida atual e de uma projeção de como pretende estar daqui há alguns anos. Se está solteiro e não pretende se casar tão cedo ou em se casando, não pretende ter filhos, um imóvel de 1 dormitório pode atender às suas necessidades. Uma forma de adquirir patrimônio, começando pelo mais básico.

 

É casado e tem filhos ou projeta que terá uma família em médio prazo? Já fica mais interessante um imóvel com 2 ou mais quartos a depender da configuração de sua família. E também se tem uma área infantil, um playground para as crianças.

 

Tem carro ou pretende ter? Um item importante é observar se há vaga de garagem disponível no prédio.

 

Com essas 4 informações básicas, você saberá como começar a escolher o primeiro imóvel. Desta forma, já fica mais fácil começar a pesquisar para tirar do papel o sonho da aquisição da casa própria, levando em consideração o que é ideal para sua família.

 

Saiba mais sobre como o Programa Minha Casa Minha Vida pode ajudar na compra da sua casa própria. Com informação, você vai descobrir que a realização desta vontade é mais viável do que você imagina.

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19 de março de 2018 | Estilo de Vida

Conquistar a casa própria pode trazer qualidade de vida para sua família.

Conquistar a casa própria será mais especial se o imóvel escolhido oferecer diferenciais que tragam conforto e bem-estar para sua família.

Você decidiu que não quer mais viver pagando aluguel. Anos e anos do dinheiro saindo da sua conta, do seu trabalho batalhado para pagar, todo mês, por um lugar que não é seu. Está na hora de realizar o grande sonho de conquistar a casa própria. Não será fácil, mas é uma decisão séria e inteligente a ser tomada.

O primeiro passo é se certificar se você pode contar com a ajuda do governo, através do programa de habitação Minha Casa Minha Vida. Vale a pena buscar um pouco mais de informação em relação a esse projeto que ajuda milhares de brasileiros a conquistar a casa própria.

Existe a possibilidade de somar as rendas dos familiares para conseguir se encaixar em uma das faixas que o programa contempla.

Os subsídios, dependendo da faixa de renda que a sua família se encontre, são ajudas financeiras concretas, que vão até R$ 86.400,00.

Outra vantagem do programa que o ajuda a conquistar a casa própria são os juros especiais, muito abaixo de um financiamento imobiliário tradicional, o que significa, em poucas palavras, economia para você.

Saiba mais sobre como o Programa Minha Casa Minha Vida pode ajudar na compra da sua casa. Clique aqui para baixar o ebook Como comprar seu apartamento através do Minha Casa Minha Vida.

Em seguida, o que deve ser feito é verificar se você tem algum saldo no FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), ele poderá, em alguns casos, ajudar você a dar a entrada no seu novo imóvel. Em geral, será necessário dar 20% do valor do imóvel escolhido de entrada para financiar o restante.

Depois de resolvido o aspecto de análise financeira e capacidade de pagamento, é chegado um momento muito esperado: o da escolha da sua casa própria. Para a busca ser eficaz, é imprescindível levar em conta suas necessidades e projetos futuros. O importante é escolher um imóvel capaz de agradar não só você, mas todos os futuros moradores da casa.

Sair do aluguel já será motivo suficiente para brindar, mas mesmo já satisfeito, vale a pena ter calma e avaliar o que oferecem os imóveis na mesma faixa de preço do valor que você tem para investir. Você só tem a ganhar com isso.

Além da localização que o agrade, é importante encontrar um imóvel que ofereça uma estrutura diferenciada de lazer, o que se traduz em bem-estar para sua família.

 

Fique de olho nessas dicas do que levar em consideração na hora de conquistar a casa própria:

– Apartamentos de 2 dormitórios são verdadeiros coringas. Neles é possível viver desde uma pessoa sozinha a famílias inteiras, basta escolher a planta certa e o mobiliário que vai trazer mais conforto aos moradores.

– Uma metragem pequena do apartamento pode ser valorizada com uma planta inteligente, com boa distribuição dos espaços. Hoje em dia é possível otimizar os espaços com armários planejados e uma decoração inteligente.

– Quanto maior o número de torres e apartamentos por andar, menor será a taxa de condomínio.

– Quem tem carro vai valorizar ter uma garagem coberta para guardá-lo.

– Se sua família tem crianças, escolha um local amplo, com playground e praças para poderem se divertir enquanto crescem e se desenvolvem.

– Espaço fitness, quadra ou campo recreativo, dentro do condomínio, favorece a prática de atividade física, o que tem influência direta na qualidade de vida dos moradores.

– Estrutura de lazer que envolva piscina e churrasqueira permite que os momentos de descontração aconteça na segurança do seu condomínio.

– Áreas sociais, como salão de festas, permitem que os festejos familiares possam ser realizados no conforto da proximidade do seu apartamento, com capacidade para mais amigos do que daria dentro de casa.

– Home office no condomínio auxilia quem trabalha de casa a escapar para um ambiente projetado para deixá-lo ainda mais produtivo profissionalmente.

– Acabamentos como porcelanato valorizam o imóvel e são de grande durabilidade.

Sair do aluguel e conseguir comprar um imóvel já é uma vitória e tanto. Conquistar a casa própria do jeito que você idealizou pode ser ainda melhor, alcançando um novo patamar de bem-estar, trazendo mais qualidade de vida para seu cônjuge, filhos e muito mais conforto para a sua família.

 

Conheça as opções que a EPH incorporadora oferece. 

A EPH se preocupa com a qualidade de seus produtos e preza pela transparência nas relações comerciais, associando tecnologia de ponta a técnicas avançadas de planejamento construtivo. A EPH está presente em toda Grande São Paulo, transformando sonhos em realidade. Os corretores EPH têm amplo conhecimento das particularidades do Programa Minha Casa Minha Vida e do sistema de financiamento da Caixa. Conte com eles para fazer a sua avaliação e simulação no plantão de vendas ou no escritório EPH e feliz casa própria.

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19 de março de 2018 | Documentação

As primeiras taxas imobiliárias no processo de compra do imóvel.

Saiba o que você terá que pagar de taxas imobiliárias quando iniciar o processo de compra do seu imóvel.

Quando compramos um imóvel, além do valor do bem, existem outros gastos relacionados a questões legais que são indispensáveis, por isso eles precisam ser calculados ainda quando se está planejando a compra, para não ser pego de surpresa.

Não existe uma regra geral com relação aos custos extras envolvendo a compra de um imóvel, existem alguns impostos fixos, mas os valores mudam de acordo com o tipo de imóvel, banco, valor e forma de pagamento.

Vale a pena separar algo em torno de 5% a 8% do valor do imóvel para as taxas imobiliárias e documentos. Estes gastos dizem respeito às taxas de registro em cartório, transferência, vistoria e custos de mudança.

 

Se você está planejando comprar um imóvel e deseja saber mais sobre taxas imobiliárias, tenha em mente que vai precisar destes documentos:

  • Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI)

O Imposto sobre Transmissão de Bens e Imóveis (ITBI) é uma das taxas imobiliárias que é cobrada pela prefeitura quando alguém realiza a compra de um imóvel. O valor do imposto custa em torno de 3% do valor do imóvel, mas a taxa pode ser menor quando os imóveis custam menos.

Nas transações à vista, o ITBI equivale a 3% sobre o valor de negócio. Já para imóveis financiados que custam até R$ 750.000,00, o ITBI é cobrado de forma diferente, saindo mais barato. É aplicada uma alíquota de 0,5 sobre o valor financiado, até o limite de R$ 73.256,87

O pagamento do Imposto sobre Transmissão de Bens e Imóveis deve ser feito antes da lavratura da escritura, pois o tabelião deverá conferir se o pagamento foi feito antes de iniciar o procedimento para gerar a escritura.

  • Escritura pública

A escritura pública é um documento necessário apenas para os que realizam compra à vista, pois em casos de financiamento, o contrato que o cliente estabelece com o banco já funciona como uma escritura. O valor da escritura também vai depender do estado no qual está localizado o imóvel.

  • Registro do imóvel

Emitido pelo cartório, é o registro que comprova quem é o dono do imóvel. O valor do documento depende da composição de várias outras taxas que são baseadas nos impostos estaduais, considerando, claro, o valor do imóvel. No estado de São Paulo, por exemplo um imóvel que foi comprado por R$ 150 mil, o registro custa cerca de R$ 2.8000.

 

Para economizar, fique de olho nesta dica importante:

Em muitos estados, se a pessoa estiver comprando um imóvel pela primeira vez no Sistema Financeiro de Habitação (SFH) é possível conseguir um desconto de até 50% no valor do registro e da escritura. Embora seja lei, o novo proprietário deve fazer a solicitação do desconto, para isso é necessário levar ao cartório uma declaração que comprove que o imóvel em questão é a sua primeira aquisição.

  • Vistoria do Imóvel

Quem está comprado um imóvel financiado deve ainda pagar pela vistoria do imóvel, que é uma exigência da maioria dos bancos. O valor da vistoria é uma das taxas imobiliárias no processo de compra do imóvel e varia conforme cada instituição financeira, na Caixa Econômica Federal, por exemplo, o serviço sai por R$ 2,2 mil.

  • Gastos com mudança

Os gastos relacionados à compra de um imóvel não dizem respeito apenas a gastos com impostos. Quem vai comprar uma casa deve ainda considerar outras questões que custam dinheiro, como o transporte dos seus bens para a casa nova, reparos, dentre outros valores.

A compra do imóvel envolve taxas imobiliárias e impostos. O conhecimento sobre eles ajuda a projetar o valor e evita surpresas. Além do corretor que costuma saber sobre os impostos e taxas envolvidas no processo de compra, o tabelião de notas é o profissional que pode dar as informações necessárias para a segurança na aquisição do imóvel, bem como os seus custos.

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19 de março de 2018 | Estilo de Vida

Como economizar na compra do primeiro imóvel?

Com planejamento e consciência financeira, é possível sair do aluguel e economizar na compra da casa própria.

A compra do primeiro imóvel sempre é a mais difícil. Diferente de compradores que já são proprietários de algum imóvel e podem usar um bem para amortizar o valor do próximo, os compradores de primeira viagem vão começar geralmente sem ajuda, do zero. Por isso, é tão importante planejar e ter consciência financeira para economizar na compra da sua primeira casa.

O ideal é que os mais jovens comecem a investir em imóveis menores e mais básicos, geralmente mais acessíveis e baratos. E vá pagando, a longo prazo, parcelas mais baixas. Dessa forma, irá economizar na compra do próximo já que depois de um tempo, esse imóvel valorizando, servirá de moeda de troca e garantirá uma boa entrada para um futuro imóvel melhor e mais completo.

O custo de um primeiro imóvel pode variar bastante. Vai depender, dentre outras coisas, se você fará uso de algum programa de apoio à habitação, como o Minha Casa Minha Vida, do Governo Federal, se vai usar o FGTS ou ainda se você já possui algum patrimônio para ser utilizado como entrada na transação.

Como economizar na compra do seu primeiro imóvel?

Com consciência financeira, você vai conseguir sair do aluguel e comprar o seu primeiro imóvel. Veja essas dicas que vão auxiliar você a economizar dinheiro para a aquisição do seu primeiro patrimônio. Confira:

 

  • Faça uma poupança até ter na sua conta bancária, no mínimo 20% do valor do imóvel: Em uma aplicação de pouco risco, que pode ser uma poupança ou um fundo de renda fixa, reserve um dinheiro com a finalidade de dar uma entrada na compra do seu primeiro imóvel.

 

  • Diminua seus gastos mensais em 30%: Mesmo que você ainda não tenha começado a pagar as prestações já comece a contar com elas. Economize cerca de 30% dos seus custos mensais ou comece desde já a se acostumar em debitar este valor da sua conta para uma aplicação. Dessa forma, fica mais fácil se preparar para quando esse valor de fato for comprometido. É a solução para economizar na compra e não sentir um peso tão grande no orçamento com a chegada das parcelas do financiamento.

 

  • Dê a maior entrada possível: Quanto maior for a entrada que você conseguir pagar, menor serão os juros sobre as parcelas. Se você não tem urgência na compra do seu primeiro imóvel, antes de pedir o financiamento, economize uma boa entrada. Você pode contar também com o seu FGTS – Fundo de Garantia do Tempo de Serviço.

 

  • Se não for tarde, comece cedo: Se você ainda mora com familiares, é o momento ideal para começar a se planejar. Aproveitar essa folga financeira e planejar com calma faz com que em poucos anos você possa dar a entrada na compra do seu primeiro imóvel. Se você não mora mais com seus pais, uma boa solução seria compartilhar a casa com amigos. Isso reduz os custos de todos os envolvidos.

 

  • Invista em uma moeda de troca:  Comprar o primeiro imóvel é sempre mais difícil, quando você não tem capital financeiro para isso. Uma boa opção é você fazer um investimento em patrimônio de menor valor, com perspectiva de crescimento. Com entradas baixas e parcelas pequenas, é possível que em alguns anos você possa contar com um patrimônio sólido para vender e, assim, investir em outro.

 

  • Guarde dinheiro para os gastos burocráticos:  A compra do seu primeiro imóvel inclui gastos burocráticos. Você terá que arcar com os custos de ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis), custos do cartório, do financiamento, da avaliação, da análise jurídica da documentação, dentre outros. Estes pequenos gastos, quando somados, representam cerca de 4% do valor do imóvel. É bom o quanto antes fazer uma reserva prevendo estes valores para economizar na compra da sua primeira casa.

Se você planeja comprar o seu primeiro imóvel, comece a planejar desde já. O maior desafio nessa jornada de compra do seu primeiro imóvel é economizar no dia a dia para conseguir cobrir o valor de entrada do imóvel e se sentir seguro para arcar com as faturas mensais do parcelamento.

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19 de março de 2018 | Minha Casa Minha Vida

Composição de renda com os familiares facilita a compra da casa própria.

A solução para você conseguir sair do aluguel pode ser a composição de renda.

Em se tratando de financiamento imobiliário, os bancos normalmente aceitam a composição de renda do casal. Os demais tipos de renda combinada: como união estável, noivos, pais e filhos, irmãos, dependem da consulta junto ao banco, pois varia muito a aceitação de uma instituição financeira para outra. Em muitos casos, a aceitação, se ocorrer, virá acompanhada de solicitação de documentação complementar.

Alguns bancos limitam o número de participantes na composição de renda a três pessoas, que podem ser: marido e mulher; parceiros em uma união estável; noivos; união homoafetiva; pais; filhos ou parentes e, em alguns casos, até amigos que comprovem renda e que não tenham restrições financeiras. No caso de um dos candidatos ter problema de restrição cadastral, com certeza o crédito não será aprovado, mesmo para débitos (ou pendências) antigos ou de pequeno valor.

A participação do cônjuge no financiamento é obrigatória, ainda que ele não componha renda, a não ser que estejam casados em regime de separação de bens.

No financiamento imobiliário, a Caixa Econômica Federal costuma permitir composição de renda com qualquer pessoa: familiares, amigos, cônjuges, sem limitação de participantes, desde que não haja restrições cadastrais com os candidatos ao financiamento.

 

Como funciona a renda combinada no Minha Casa Minha Vida?

Para conseguir entrar em uma das faixas contempladas no Programa Minha Casa Minha Vida, é possível juntar a sua renda com mais 2 pessoas da família, em alguns casos, até mesmo amigos. Cada um terá que comprovar a renda e apresentar toda documentação exigida para compra do imóvel em que pretendem morar. É ainda possível usar o FGTS de cada um dos componentes que participarão da composição de renda, facilitando ainda mais a conquista da casa própria. Os benefícios não param por aí. O governo oferece subsídios maiores para compradores que compõem renda, fazendo com que a entrada diminua e, consequentemente, o saldo total do financiamento.

É considerado a renda familiar mensal bruta, ou seja, a soma da renda bruta comprovada, formal ou informal, de todas as pessoas de sua família.

Por exemplo: se considerarmos uma mulher que tem emprego com renda bruta de R$ 700 (com carteira assinada). Além disso, ela vende produtos de beleza, com um lucro mensal de R$ 200. E o marido autônomo deposita R$ 1.000,00 por mês na conta-corrente dele. A renda total da família a ser considerada pelo banco na hora do financiamento será o somatório: R$ 700 + R$ 200 + R$ 1.000 = R$ 1.900,00.

A composição de renda no Programa Minha Casa Minha Vida afeta diretamente no valor do subsídio a ser recebido. Essa regra vale quando a renda familiar mensal bruta estiver enquadrada até a faixa 2. Veja as situações possíveis:

Quando se tratar de família unipessoal (composta de uma pessoa sem dependente), o valor do subsídio é de 70% do valor total.

Quando houver mais de um participante no financiamento, o valor do subsídio será de 100%. Quando houver um participante no financiamento, porém, houver comprovação de dependente, o valor do subsídio será de 100%.

É importante lembrar que dependente é quem depende financeiramente (filho, deficiente, idoso), desde que não tenha renda. Se possuir renda, este deverá compor o financiamento.

 

Agora que você já sabe como combinar renda para conseguir comprar a sua casa, baixe o ebook Como comprar seu apartamento através do Minha Casa Minha Vida para ter todas as informações sobre como aproveitar todos os benefícios do programa.

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19 de março de 2018 | Documentação

Como usar o FGTS para comprar a casa própria.

Você sabe como usar o FGTS na compra da casa própria através do Minha Casa Minha Vida?

É fácil aprender como usar o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) no Minha Casa Minha Vida. Basta observar algumas regras:

Você tem que ser o titular ou coobrigado no financiamento em que pretende utilizar o FGTS. Coobrigado é quem assume também o pagamento junto ao titular do contrato. No caso do Minha Casa Minha Vida, pode ser alguns dos seus familiares (marido, esposa, pais, filhos e parentes).

É necessário ter pelo menos três anos, consecutivos ou não, de trabalho no regime do FGTS, mesmo que em empresas e períodos diferentes.

Não ter imóvel residencial registrado no nome do comprador.

Não possuir financiamento de imóvel ativo no Sistema Financeiro de Habitação (SFH) em qualquer parte do país.

Estar com as prestações do financiamento em dia na data em que pedir para usar o FGTS.

Nos financiamentos imobiliários, como usar o FGTS?

O saldo do seu FGTS pode ser usado na compra da sua casa própria. São três possibilidades de uso que podem ajudar a conquistar o sonho da casa própria.

Você deve estar se perguntando: Como usar o FGTS como parte do pagamento? É possível não só usar para pagar uma parte, como também para o pagamento do valor total, se você deseja comprar ou construir um imóvel residencial.

Tem como usar o FGTS para diminuir a dívida do financiamento?

Sim. O FGTS pode ser utilizado para amortizar ou liquidar o saldo devedor. Pode ser utilizado para pagar uma parte ou o total da dívida.

Também é possível utilizar o FGTS para pagar parte do valor das prestações. Dá para diminuir em até 80% o valor das prestações em até 12 meses consecutivos, desde que o contrato de financiamento tenha sido assinado no âmbito do Sistema Financeiro de Habitação (SFH).

Como usar o FGTS?

Para conseguir usar o saldo da sua conta de FGTS para comprar um imóvel, amortizar o saldo devedor ou ainda diminuir o valor do pagamento de suas prestações, você precisa consultar o saldo do FGTS e verificar junto à Caixa Econômica Federal o valor que poderá ser utilizado na operação de compra, liquidação ou amortização de seu saldo devedor ou, ainda, das parcelas de seu contrato. Depois, basta separar a documentação necessária e entregar em uma agência da Caixa Econômica Federal ou no Correspondente Caixa Aqui. Quando a documentação for aprovada, o seu FGTS poderá ser investido na compra da sua casa própria.

Simule on-line clicando aqui.

A documentação necessária é um documento oficial de identificação; o extrato de conta vinculada ao FGTS; extrato da conta vinculada ao FGTS; Carteira de Trabalho que comprove o tempo de trabalho sob o regime do FGTS; uma declaração do sindicato em caso de trabalhador avulso; DIRPF (Declaração do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física); e em caso de trabalhador casado ou em união estável, apresentar a DIRPF de ambos os companheiros.

Não é possível utilizar o FGTS nas seguintes situações:

Não tem como usar o FGTS para comprar, amortizar ou pagar parcelas de um imóvel comercial. Também não é possível para reformar ou aumentar o imóvel. Para comprar terrenos sem que haja construção ao mesmo tempo, não é possível. Nem para comprar material de construções. Não tem como usar o FGTS para comprar imóveis residenciais para familiares, dependentes ou outras pessoas.

Agora que você aprendeu um pouco das condições de uso do seu FGTS, saiba mais baixando o ebook Como comprar seu apartamento através do Minha Casa Minha Vida para ter todas as informações sobre como participar do programa.

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